Quem somos

Gestora de fundos independente, focada exclusivamente em investimento em ações e com filosofia fundamentalista.

A Nebraska

Construímos com nossos clientes uma relação “built to last”, expressa em nossos Princípios de Alinhamento de Interesses, que asseguram taxa de administração inferior à prática do mercado, remuneração da gestora a partir de performance, com linha d’água, e obrigatoriedade de reinvestimento por parte dos sócios de ao menos 70% do que ganham com performance no mesmo portfólio dos clientes (sem possibilidade de resgate). Ainda, os sócios não podem ter outros investimentos além de renda fixa para emergências.

Na gestão dos investimentos, somos extremamente focados em empresas de qualidade, com alto potencial de retorno e que conhecemos em profundidade. Por sermos disciplinados nesses pontos, surge um dos nossos importantes diferenciais: investir também em ações de empresas dos Estados Unidos, pois acreditamos que no mercado americano a probabilidade de encontrarmos empresas com o perfil que buscamos é maior do que no mercado brasileiro. Mantendo-nos fiéis ao nosso círculo de competências, comumente encontramos nos EUA oportunidades em empresas pouco conhecidas entre investidores brasileiros. Essa estratégia nos dá ainda a opção de explorar eventuais deslocamentos entre os dois mercados. Reconhecendo que o mercado americano é bem mais dinâmico que o brasileiro, normalmente teremos uma carteira mais diversificada nos EUA do que no Brasil. Com esse diferencial, acrescentamos retorno ao nosso fundo, além de diluir o risco. (Vale ressaltar que não corremos risco cambial nesses investimentos.)

Inspirados pelos princípios de Warren Buffet e Charlie Munger, os sócios da Nebraska são profissionais de perfil discreto, altamente focados e disciplinados para assegurar as melhores decisões de investimento.

Equipe

Rafael Taddei Sá

Administrador pela PUCRS, pós-graduado em Economia e Finanças pela UFRGS, com cursos de extensão em Value Investing em Columbia e na Richard Ivey (Canadá). Foi Presidente do IEE – Instituto de Estudos Empresariais, onde também foi Conselheiro por oito anos. Originalmente empresário do ramo de saúde, sendo proprietário de uma rede de clínicas médicas por assinatura em Porto Alegre.

Me interessei por investimentos ao me dar conta de que não gostava muito da rotina de executivo de empresa, apesar de gostar muito de ser sócio e cuidar da estratégia. Ao conhecer o Leonardo no IEE e as cartas do Warren Buffet, decidimos criar o que hoje é a Nebraska”.

Luiz Leonardo Abelin Fração

Graduado em Engenharia Civil pela UFRGS. É associado do Instituto de Estudos Empresariais – IEE desde 2003, onde foi de diretor a presidente nos anos de 2007 a 2010.

Ver a dificuldade da minha família em encontrar provedores de serviços financeiros alinhados com nossos interesses me incentivou a fundar a Nebraska junto com o Rafael, em 2007”.

Em paralelo, em 2016 se tornou Presidente da ONG “Instituto Cultural Floresta” focada na melhoria da qualidade de vida e prosperidade da população Brasileira.

Gabriel Barbosa

Engenheiro Civil pela UFRGS, analista de empresas APIMEC e Gestor de recursos CVM/ANBIMA. Foi diretor do IEE – Instituto de Estudos Empresariais e do IL – Instituto Liberdade. Antes de ingressar na empresa que originou a criação da Nebraska trabalhou muitos anos como executivo de uma grande empresa brasileira, coordenando fábricas e equipes de produção.

“Desde pequeno tenho o habito de ler e com o tempo as leituras passaram a ser sobre negócios, empresas e biografias. Essa paixão pelo assunto, junto ao convívio com Rafael e Leonardo no IEE, foi o combustível para iniciarmos a empresa.”

Bruno Claudino

Engenheiro de Produção formado pela UFRGS e FEUP em Portugal e gestor de investimentos pela CVM. Foi associado o IEE – Instituto de Estudos Empresariais por cinco anos e é diretor do IL – Instituto Liberdade.

“Vim de uma família detentora de uma empresa do ramo de fertilizantes e sempre fui interessado pela área financeira; desde adolescente já cuidava das estruturas financeiras da família. Em 2008 entrei na Nebraska Capital como estagiário na parte de operações e tornei-me sócio ao longo dos anos.”

Princípios de Alinhamento

Um forte diferencial da Nebraska são nossos princípios de alinhamento de interesses. Eles representam nosso compromisso em compor capital no longo prazo, alinhados com clientes que compartilhem de nossa filosofia de investimento.

  • Nossa taxa de administração é inferior à média do mercado brasileiro para fundos de ações, por ser estruturada para cobrir apenas custos fixos, e cai à medida que o fundo cresce.
  • A Nebraska só é remunerada de fato com taxa de performance (de 25% do resultado que exceder ao CDI no caso do Nebraska-FIA), sempre com linha d’água.
  • Os sócios devem reinvestir pelo menos 70% do que ganharem com taxa de performance no mesmo portfólio dos clientes (sem possibilidade de resgate) e são proibidos de ter outras aplicações financeiras (exceto renda fixa para emergências).

 

Filosofia e processo de investimento

Nossa filosofia de investimentos se desenvolveu ao longo dos anos, suportada pelas ideias e ensinamentos de Warren Buffett e Charlie Munger. Olhamos fundamentalmente para as empresas por trás das ações, e tratamos o mercado de capitais como apenas um meio para atingir nosso objetivo: sermos sócios de empresas e administradores de alta qualidade, proporcionando retornos bem acima do custo de oportunidade dos nossos clientes.

Nosso processo de investimento tem duas características marcantes: foco e disciplina. Focamos nosso tempo e atenção a uma lista de empresas, organizada por setores, que estão no nosso círculo de competência. Acompanhamos essas empresas metodicamente e temos entre elas uma classificação delineando aquelas em que somos acionistas, as que podemos vir a investir, as que estamos ainda estudando, e as várias outras que seguimos por serem competidoras ou similares àquelas dos três primeiros grupos.

A disciplina vem nas tomadas de decisões, especialmente ao investir, quando buscamos uma porta de entrada que abra um horizonte de altos retornos, além de uma boa margem de segurança, o que pode vir na forma de uma ação com preço descontado ou de uma empresa com potencial de entregar resultados muito acima dos atuais e ainda não precificados pelo mercado. Uma vez feito o investimento, acompanhamos esta empresa muito de perto e somos, realmente, acionistas de longo prazo.

O fato de termos uma carteira de investimentos construída ao longo de anos nos dá a tranquilidade necessária para analisar profundamente qualquer nova ideia e termos uma régua bem alta para as mesmas, evitando erros desnecessários.

Por fim, vale destacar que o processo de investimento é o mesmo para empresas brasileiras e americanas. Investimos muito tempo e esforço, desde 2012, para desenvolver a capacidade de alocar capital nos EUA. Temos hoje uma boa lista de empresas americanas que acompanhamos metodicamente há anos, além de uma ampla rede de relacionamentos entre administradores de empresas e gestores de fundos nos EUA. Reconhecendo e respeitando as desvantagens óbvias, acreditamos ter algumas vantagens por sermos brasileiros investindo nos EUA, entre elas: (1) estamos muito acostumados com crises econômicas e sempre pensamos no potencial impacto delas nas empresas investidas; (2) somos calejados quanto a problemas de governança e assim temos naturalmente um olho treinado para esses riscos (tendemos a selecionar empresas com controle mais definido e controladores que admiramos, algo que tem trazido bons resultados); e (3) vivemos numa economia em desenvolvimento que é parte importante dos negócios e do potencial de crescimento de muitas empresas americanas.